Doenças do Aparelhos Digestivo

Dor Abdominal

Saiba mais sobre a Dor Abdominal com o Dr. Tércio Genzine - Hepatologista Entrevista com o Dr Tércio Genzini no Programa Mulheres da TV Gazeta com apresentação de Catia Fonseca

Dor Abdominal2020-06-23T11:38:02-03:00

Câncer de Vesícula : resultados da colecistectomia incidental x não incidental

Metade dos pacientes com cancer de vesicula são identificados incidentalmente durante ou após a realização de colecistectomia. A maioria dos casos de cancer incidental são diagnosticados pelo patologista ao examinar a vesicula após colecistectomia. A nova classificação da AJCC mudou a classificação T2, dividindo-a em T2a quando o tumor é localizado na face peritoneal livre, com melhor prognóstico, e T2b quando localizado na face hepática, com pior prognóstico. Esse estudo avalia os resultados do [...]

Câncer de Vesícula : resultados da colecistectomia incidental x não incidental2020-06-23T11:35:31-03:00

Dicas sobre Câncer de Instestino

Vamos mudar estas estatísticas! A colonoscopia é a melhor forma de detectar o câncer de cólon. Saiba que mais de 90% dos casos são totalmente curáveis quando detectados no início!

Dicas sobre Câncer de Instestino2020-06-23T11:32:09-03:00

Câncer de Vesícula Biliar

É o câncer mais comum das vias biliares e o quinto mais frequente do aparelho digestivo , correspondendo a 3 a 4% das neoplasias malignas nos homens e 8 a 10% nas mulheres. Ocorre com mais frequência (até 6 vezes mais) em mulheres que em homens , geralmente a partir dos 60 anos de idade. Uma vez que as cirurgias de retirada de vesícula , chamadas colecistectomias , estão entre as mais frequentes realizadas no [...]

Câncer de Vesícula Biliar2020-06-23T11:30:58-03:00

Câncer de Vesícula Biliar – Linfadenectomia

É uma doença relativamente rara, com incidência anual de 0,8 a 1,4 / 100 mil habitantes nos EUA. Na maioria das vezes é assintomático e de diagnóstico tardio. Até estadio T1a (AJCC 8th edition) , a colecistectomia é tratamento suficiente. A partir de T1b, a linfadenectomia se torna necessária ao tratamento completo. A linfadenectomia permite estadiamento e definição do prognóstico e tratamento adequado porque identifica a agressividade do tumor. Desde 2011, a proposta de [...]

Câncer de Vesícula Biliar – Linfadenectomia2020-06-23T11:30:28-03:00

Cirurgia Hepatobíliopancreática

A duodenopancreatectomia (GDP) é uma das maiores cirurgias do aparelho digestivo e geralmente é realizada para tratamento de câncer de pâncreas ou colédoco (via biliar) distal. Devido ao seu grande porte, carrega consigo chances de complicações entre 21 e 73% com mortalidade em torno de 1,5%. Entre pacientes acima de 75 anos há uma taxa de complicações entre 31 e 57%, sendo a principal delas a pneumonia, e de mortalidade de 6,8%. Estudo recente mostrou [...]

Cirurgia Hepatobíliopancreática2020-06-23T11:25:01-03:00

Colecistectomias Complicadas:

Quando existe inflamação aguda ou crônica da vesícula com dificuldade de identificação dos planos entre as estruturas, inclusive o fígado, a conversão da técnica laparoscópica para a aberta reduz a incidência de complicações graves. Após laparotomia, não deve-se utilizar a remoção fundo-cística sob o risco de lesão dos pedículo hepático direito (artéria hepática direita e veia porta direita, além do ducto biliar direito). Não havendo identificação das estruturas no triângulo de Calot, a abertura da [...]

Colecistectomias Complicadas:2020-06-23T11:24:44-03:00

Lesões de Vias Biliares – Orientações à Prevenção e ao Tratamento.

1) lesões biliares ocorrem mais após colecistectomias laparoscópicas relação às convencionais; ​ 2) a abordagem fundo-cística em colecistites agudas expõe o paciente a maior risco de lesões biliares; ​ 3) as lesões vasculares ou biliares isoladas podem ser corrigidas com bom resultado e baixa mortalidade. Lesões vásculo-biliares associadas aumentam significativamente a mortalidade principalmente quando envolvem ramos portais; ​ 4) lesões biliares pequenas, fístulas do ducto cístico ou de ductos aberrantes (ductos de Luschka) são bem [...]

Lesões de Vias Biliares – Orientações à Prevenção e ao Tratamento.2020-06-23T11:24:14-03:00

Hemorragia Digestiva Alta (HDA) em pacientes cirróticos em uso de betabloqueadores.

HDA ocorre em 4% dos cirróticos ao ano com aumento da incidência para 15% ao ano em portadores de varizes de esôfago com médio e grosso calibres. Apesar do uso frequente de betabloqueadores não seletivos em cirróticos, apenas metade deles realmente atingem as metas hemodinâmicas para reduzir a incidência de HDA e a mortalidade. Assim, na ocorrência de HDA em pacientes betabloqueados, existe algum risco adicional com piora do tratamento endoscópico ou queda da sobrevida?. [...]

Hemorragia Digestiva Alta (HDA) em pacientes cirróticos em uso de betabloqueadores.2020-06-23T11:23:42-03:00